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		<title>Eu não faço moda, eu sou moda</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 17:27:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Stein</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Poucos assuntos eram tão bacanas e ficaram tão bundões quanto a moda &#8211; na nossa opinião. Até uns dois anos atrás, quando alguns consumidores (poucos,  mas muito influentes) começaram a intervir no sistema da moda de forma mais radical. Quantos de vocês tem algum amigo que se auto impôs algum tipo de dieta, de regime, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-4373   aligncenter" title="Apresentação1" src="http://trendroom.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Apresentação13.jpg" alt="" width="435" height="328" /></p>
<p style="text-align: left;"><br class="spacer_" />Poucos assuntos eram tão bacanas e ficaram tão bundões quanto a moda &#8211;  na nossa opinião. Até uns dois anos atrás, quando alguns consumidores  (poucos,  mas muito influentes) começaram a intervir no sistema da moda  de forma mais radical. Quantos de vocês tem algum amigo que se auto  impôs algum tipo de dieta, de regime, de regulagem em relação à moda?  Ficar três meses sem comprar nada? Passar meio ano sem entrar numa loja?  Certamente vocês já ouviram sobre projetos pessoais de uma estudante se  propôs usar o mesmo vestido por um ano ou um grupo de mulheres escolheu  seis peças de roupa para viver um ano com elas. Em São Paulo uma  publicitária entrou num processo de desintoxicação da Zara, e prometeu a  si mesma e ao seu blog de não comprar nada na loja por um ano. Qual é o  efeito que isso tem sobre o consumidor e sobre o sistema da moda? <br />
 O entrevistado de um desses projetos afirmou que participar do movimento de redução da moda estava fazendo com que &#8220;abrisse mais banda  larga na cabeça dele&#8221; &#8211; ele podia pensar em outras coisas e não &#8220;o que  vestir&#8221;.  Para esse consumidor a iluminação aconteceu no período de 3  semanas de desintoxicação. Ele foi entrevistado e exclamou <strong>“Eu não faço moda. Eu sou moda”. </strong></p>
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		<title>Exclusivo</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 17:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Stein</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Eu não faço moda, eu sou moda&#8221; é uma frase de Coco Chanel e tem muitas interpretações. É sobretudo uma manifestação de independência e autonomia. A abundância de escolhas que os consumidores tem hoje, seja de informação, de roupas, de produtos tecnológicos, de conexão criou uma expectativa de controle. Cada vez mais, os consumidores querem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-4367 aligncenter" title="Valor" src="http://trendroom.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Valor1.jpg" alt="" width="451" height="338" /></p>
<p style="text-align: left;">&#8220;Eu não faço moda, eu sou moda&#8221; é uma frase de Coco Chanel e tem muitas interpretações. É sobretudo uma manifestação de independência e  autonomia. A abundância de escolhas que os consumidores tem hoje, seja de informação, de roupas, de produtos tecnológicos, de  conexão criou uma expectativa de controle. Cada vez mais, os consumidores querem se apropriar e  moldar o que está  ao seu redor – seja a moda ou seus  projetos de vida. Esse é um processo  sem volta. O processo de reapropriação do consumidor em relação ao seu corpo não tem retorno  (vide o segmento de Saúde/bem-estar emergindo como um potente driver a mobilizar o mercado). <strong>Para essa parcela pequena e muito influente de consumidores não tem nada que eles &#8220;precisem&#8221; comprar para se sentirem &#8220;atuais&#8221;. Não está nas roupas.<br />
</strong></p>
<p style="text-align: left;">Novos consumidores ainda se impressionarão em relação ao novos lançamentos da moda. Possivelmente, novos consumidores ricos que pagam pela alta costura ou por modelos únicos sempre existirão. O desejo de unicidade é um driver humano, não apenas um driver de consumo. No entanto, as pessoas estão encontrando novas maneiras de serem únicas: desenvolvendo talentos, criando aventuras, escolhendo atitudes, cultivando saberes, por exemplo. Muitos consumidores desejam produtos e serviços exclusivos. Outros estão mais interessados em serem exclusivos eles mesmos pela forma de viver &#8211; independente dos acessórios que carregam.</p>
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		<title>O conhecimento quer ser livre</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 11:32:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Gauer</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Khan Academy e as aulas abertas do MIT que se cuidem, porque o conhecimento REALMENTE quer ser livre, compartilhado e desenvolvido de novas formas, inspirando novos processos de aprendizado. É isso que propõe a Nós.vc, plataforma de crowdlearning na qual todos podem ser ao mesmo tempo mestres e alunos, quebrando as barreiras formais da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="444" height="250" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=27359974&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="444" height="250" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=27359974&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
</p>
<p style="text-align: left;">A <a href="http://www.khanacademy.org/">Khan Academy</a> e as aulas abertas do <a href="http://ocw.mit.edu/index.htm">MIT</a> que se cuidem, porque o conhecimento REALMENTE quer ser livre, compartilhado e  desenvolvido de novas formas, inspirando novos processos de  aprendizado. É isso que propõe a <a href="http://nos.vc/beta/">Nós.vc</a>, plataforma de crowdlearning na  qual todos podem ser ao mesmo tempo mestres e alunos, quebrando as  barreiras formais da educação. Mostre o que você sabe e pode ensinar, e  de quebra aproveite para aprender coisas novas nesse grande grupo que  acredita na força do conhecimento coletivo.</p>
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		<title>Produtos desafiadores</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 13:57:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Stein</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Brew Dog, o cachorro do cervejeiro está entre nós. A maior cervejaria artesanal independente da Escócia lançou o primeiro bar com bandeira própria em 2010, fez sucesso e inaugura em São Paulo sua primeira operação fora do país de origem &#8211; veja  a matéria de Angela Klinke no Valor.  Brew Dog se apresenta como a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="444" height="250" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=34133177&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="444" height="250" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=34133177&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.brewdog.com/">Brew Dog</a>, o cachorro do cervejeiro está entre nós. A maior cervejaria artesanal independente da Escócia lançou o primeiro  bar com bandeira própria em 2010, fez sucesso e inaugura em São Paulo sua primeira operação fora do país de origem &#8211; veja  a matéria de <a href="http://www.valor.com.br/cultura/2506992/cervejeiro-punk-e-contra-pielsen-generica">Angela Klinke no Valor</a>.  Brew Dog se apresenta como a cerveja punk pelo sabor ousado que oferece. Você já viu uma história parecida: dois caras de 25 anos pegam um empréstimo de 30 mil libras para fazer um produto de nicho e se tornam um SUCESSO GLOBAL. Como os nichos são globais, esses consumidores do mundo todo (de saco cheio da cerveja do postinho de conveniência) responderam bem e se tornaram soldados na luta contra a padronização do paladar. Brew Dog afirma conter 25 vezes mais lúpulo do que as cervejas de mercado. Veja a campanha acima. Análise? <a href="http://trendroom.com.br/archives/4317">Maturialismo puro</a>, tendência que a<a href="http://trendwatching.com/"> trendwatching.com</a> apontou já em 2010: o desejo por experiências de consumo mais picantes move empreendedores e consumidores a produzir mercadorias mais &#8220;fuertes&#8221; ousadas, desafiadoras. Veja o exemplo brasileiro da marca Cuelcinha abaixo.</p>
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		<title>Experiências mais ousadas</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 13:03:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Stein</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Abaixo tratamos a respeito da marca de lingerie Cuelcinha. Produtos são criados dentro de contextos &#8211; esses contextos também são chamados de tendências de consumo. Em 2010, a empresa de pesquisa a trendwatching identificou o seguinte cenário que contextualiza a criação de produtos como a Cuelcinha, ou a Brew Dog (post acima). Maturialismo: “Totalmente expostos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cuelcinha.com.br/produto.php?id=10"><img class="size-full wp-image-4323 aligncenter" title="cuelcinha dois" src="http://trendroom.com.br/wp-content/uploads/2012/02/cuelcinha-dois.jpg" alt="" width="463" height="291" /></a></p>
<p><a href="http://trendroom.com.br/archives/4317">Abaixo</a> tratamos a respeito da marca de lingerie <a href="http://www.cuelcinha.com.br/">Cuelcinha</a>. Produtos são criados dentro de contextos &#8211; esses contextos também são chamados de tendências de consumo. Em 2010, a empresa de pesquisa a <a href="http://trendwatching.com/">trendwatching</a> identificou o seguinte cenário que contextualiza a criação de produtos como a Cuelcinha, ou a Brew Dog (post acima). <a href="http://trendwatching.com/pt/trends/12trends2012/?emergingmaturialism">Maturialismo:</a> <em>“Totalmente expostos a um mundo sem censura, cheio de opiniões e cru  (isso quando não participam diretamente dele, principalmente na esfera  online!), consumidores com experiência já não toleram ser tratados como o  público de antigamente, que se chocava com facilidade, não tinha  experiência e sempre ficava em cima do muro. Capazes de conduzir  conversas muito mais honestas, aceitar inovações mais ousadas, sabores  mais fora do comum e experiências mais arriscadas, esses consumidores  cada vez mais apreciam marcas que extrapolam os limites.” </em></p>
<p>Isto se aplicava principalmente a consumidores em sociedades de consumo  maduras, mas, em 2012, vamos ver cada vez mais manifestações de  <a href="http://trendwatching.com/pt/trends/12trends2012/?emergingmaturialism">MATURIALISM</a> em mercados emergentes também.</p>
<p>Por quê? Apesar de todas as diversas diferenças culturais que podem  existir, a classe consumidora global é parecida, de modo notável, em  relação a suas necessidades e desejos, isso sem mencionar que também é <a href="http://trendwatching.com/pt/trends/citysumers/"><strong>mais urbana</strong></a> (leia-se: mais conectada, mais espontânea e mais propensa a  experimentar). Então, se você é uma marca chinesa ou indiana ou turca,  ou se é uma marca ocidental que vende para mercados emergentes, 2012 é o  ano em que você pode fazer as coisas avançarem um pouco mais.</p>
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		<title>Maturialismo emergente</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 12:53:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Stein</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em dezembro foi ao ar por algumas horas o site &#8220;Cuelcinhas&#8221;. O acesso foi tão grande que o servidor caiu. Cuelcinhas ficou três dias fora do ar. Tempo para a criadora do negócio se recuperar do sucesso inesperado que fez. Com a ajuda dos país, a designer Beatriz Rouce, 21 anos, fabricou sua primeira peça [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://www.cuelcinha.com.br/"><img class="size-full wp-image-4318 aligncenter" title="cuelcinha" src="http://trendroom.com.br/wp-content/uploads/2012/02/cuelcinha.jpg" alt="" width="485" height="278" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Em dezembro foi ao ar por algumas horas o site &#8220;<a href="http://www.cuelcinha.com.br/">Cuelcinhas&#8221;</a>. O acesso foi tão grande que o servidor caiu. Cuelcinhas ficou três dias fora do ar. Tempo para a criadora do negócio se recuperar do sucesso inesperado que fez. Com a ajuda dos país, a designer Beatriz Rouce, 21 anos, fabricou sua primeira peça de lingerie  masculina. “Eu tenho vários amigos homossexuais, e um dia um comentou  que seria interessante se houvesse um produto como esse”, <a href="http://www.chongas.com.br/2012/02/cuelcinha/">conta</a> a  empresária de Americana, no interior de São Paulo. Hoje a empresa está preocupada em manter a qualidade das peças rendadas que está vendendo para várias regiões do país. &#8220;O filão de homossexuais que gostam de usar peças de roupas femininas existe e é praticamente ignorado no Brasil&#8221;, disse Edy, mãe da designer ao <a href="http://g1.globo.com/economia/pme/noticia/2012/01/empresa-aposta-no-publico-gay-e-cria-cuelcinha-calcinha-para-homens.html">G1.</a> A notícia chegou nos grandes meios de comunicação apenas nessa semana, mas já havia feito furor nos nos blogs no dia 14 de dezembro. Estamos analisando o fato aqui porque é um exemplo bem acabado de uma tendência de consumo que a <a href="http://trendwatching.com/pt/trends/12trends2012/?emergingmaturialism">trendwatching.com</a> identificou para este ano: o <a href="http://trendwatching.com/pt/trends/12trends2012/?emergingmaturialism">Maturialismo Emergente</a></p>
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		<title>Um outra corporação é possível?</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 12:21:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Stein</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Nova Corporação]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando começamos a trabalhar alguns anos atrás e discutíamos o formato desse site, muitas pessoas se surpreenderam com o seu design não corporativo. Os elementos não corporativo eram:  fotos espontâneas, linguagem direta e mais do que isso, marcas de caneta, riscadas como uma folha de papel com escrituras à mão. &#8220;Mas o que as corporações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-4312 aligncenter" title="flecha" src="http://trendroom.com.br/wp-content/uploads/2012/02/flecha.jpg" alt="" width="448" height="291" /></p>
<p style="text-align: left;">Quando começamos a trabalhar alguns anos atrás e discutíamos o formato desse site, muitas pessoas se surpreenderam com o seu design não corporativo. Os elementos não corporativo eram:  fotos espontâneas, linguagem direta e mais do que isso, marcas de caneta, riscadas como uma folha de papel com escrituras à mão. &#8220;Mas o que as corporações desejam hoje em dia é não ser corporativas.  Nossos clientes são as empresas e acreditamos que elas desejam se refrescar com uma linguagem mais próxima das pessoas&#8221;, díziamos. A frase era interpretada com certo cinismo. Até que enfim. Veja acima as páginas da revista <a href="http://revistaepoca.globo.com/">Epoca</a>, considerada uma das bíblias da corporação brasileira. Por sinal, 2011-2012 deve ter sido o período em que os editores brasileiros começaram a ler as publicações internacionais. (<a href="http://www.fastcompany.com/">Fast Company) </a></p>
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		<title>Sempre teremos a nossa legenda</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 20:20:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Stein</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cuidado com a sua marca. O povo está atento. A legenda acima foi criada pelo pessoal do &#8220;Slongans Sinceros&#8221;.  Não precisa de tradução, mas vai lá: &#8220;Zara, a fiscalização pode te dar 80% de desconto na sua multa &#8211; mas nós não te perdoamos&#8221;. Se você leu as 12 tendências para 2012 do trendwatching.com deve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://sloganssinceros.tumblr.com/"><img class="size-full wp-image-4274   aligncenter" title="Zara II" src="http://trendroom.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Zara-II.jpg" alt="" width="493" height="365" /></a></p>
<p>Cuidado com a sua marca. O povo está atento. A legenda acima foi criada pelo pessoal do<a href="http://sloganssinceros.tumblr.com/"> &#8220;Slongans Sinceros&#8221;</a>.  Não precisa de tradução, mas vai lá: &#8220;Zara, a fiscalização pode te dar 80% de desconto na sua multa &#8211; mas nós não te perdoamos&#8221;. Se você leu as 12 tendências para 2012 do <a href="http://trendwatching.com/pt/briefing/?flawsome">trendwatching.com</a> deve ter se defrontado com uma que chamamos de FLAWSOME. Pode ter sido um dos piores nomes para uma trend até agora, mas ela trata de um fenomeno muito real:  marcas que estão admitindo seu erros, confessando suas faltas e só assim renegociando seu crédito frente ao consumidor. Exatamente o que a Zara não parece estar fazendo. Zara você não está na moda.</p>
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		<title>Maturialismo</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 19:45:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Stein</dc:creator>
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		<category><![CDATA[WTF]]></category>

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		<description><![CDATA[Sim! Nós não conhecíamos esse site &#8220;Slogans Sinceros&#8221;. É meio bem engraçado. Imaginamos o seguinte: o redator publicitário escreve um texto pra D´us e, para compensar, escreve outro slogan pro Diabo &#8211; Qual é pra D&#8217;us e qual é pro Diabo fica ao seu critério decidir. Desde o ano passado, o bureau de tendências trendwatching.com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://sloganssinceros.tumblr.com/page/4"><img class="size-full wp-image-4264 aligncenter" title="BOBS" src="http://trendroom.com.br/wp-content/uploads/2012/01/BOBS.jpg" alt="" width="497" height="370" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Sim! Nós não conhecíamos esse site &#8220;<a href="http://sloganssinceros.tumblr.com/page/4">Slogans Sinceros&#8221;</a>. É meio bem engraçado. Imaginamos o seguinte: o redator publicitário escreve um texto pra D´us e, para compensar, escreve outro slogan pro Diabo &#8211; Qual é pra D&#8217;us e qual é pro Diabo fica ao seu critério decidir. Desde o ano passado, o bureau de tendências<a href="http://trendwatching.com/trends/maturialism/"> trendwatching.com</a> percebeu um movimento do mercado que nomeou de  Maturalism.</p>
<div id="gt-res-content">
<div dir="ltr"><a href="http://trendwatching.com/trends/maturialism/">MATURIALISMO</a> | &#8220;Expostos a um mundo sem censura e opinativo, os consumidores experientes já não toleram ser tratados como crianças. Capazes de lidar com as conversas com muito mais honestidade, esses consumidores cada vez mais apreciam marcas que ultrapassam os limites&#8221;. E, se as marcas não ultrapassam limites &#8211; eles mesmos ultrapassam.</div>
</div>
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		<title>O acesso como negócio</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 20:48:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Stein</dc:creator>
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		<category><![CDATA[eu sou perifa]]></category>

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		<description><![CDATA[No último novembro, a comunidade da Rocinha também inaugurou uma das lojas mais inovadoras da região. Chama-se &#8220;Because&#8221; &#8211; &#8220;Paris, Nova Iorque, Milão e Rocinha&#8221;. &#8220;Because&#8221; foi criada por uma modelo e ex-promoter carioca para vender roupas de grife com algum micro-defeito na sua fabricação.  Marcas como Sandpiper (um dos principais fornecedores da &#8220;Because&#8221;) e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.facebook.com/pages/Because-Brasil-Rocinha/122575124517698?ref=ts"><img class="size-full wp-image-4258 aligncenter" title="because" src="http://trendroom.com.br/wp-content/uploads/2012/01/because.jpg" alt="" width="482" height="362" /></a></p>
<p>No último novembro, a comunidade da Rocinha também inaugurou uma das lojas mais  inovadoras da região. Chama-se &#8220;Because&#8221; &#8211; &#8220;Paris, Nova Iorque, Milão e Rocinha&#8221;. &#8220;Because&#8221; foi criada por uma modelo e ex-promoter  carioca para vender roupas de grife com algum micro-defeito na sua fabricação.  Marcas como Sandpiper (um dos principais fornecedores da &#8220;Because&#8221;) e outras grifes   &#8220;de shopping&#8221; vendem lá peças que custam entre R$ 30 e R$ 60. À diferença  de outras lojas da comunidade, os consumidores não escutam funk na &#8220;Because&#8221;, diz <a href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1019665-ex-modelo-leva-loja-de-shopping-para-a-rocinha.shtml">a matéria da Folha</a>. E, a cada duas  horas um spray aromático é borifado no ambiente. A loja chama atenção por esses detalhes e pela seleção de peças que trazem modelagens e estilos que os consumidores da Rocinha veem nas novelas e na mídia. A maioria das lojas da Rocinha vende roupas feitas em pequenas confecções e em feiras livres. A seleção da &#8220;Because&#8221; + a ambientação do espaço = fazem a diferença.</p>
<p>Muitos novos  produtos e serviços serão criados para os novos consumidores  da classe média de acordo com suas características peculiares. No entanto, produtos semelhantes aos dos grupos econômicos mais altos, porém com preço acessível não trazem riscos de encalhar.  Por anos, consumidores da classes médias emergentes foram consumidores apenas de imagens, devoradores de novelas e da revista &#8220;Caras&#8221;. Hoje, mais e mais empreendedores estão saindo dos centros tradicionais para vender acesso de consumo a esses consumidores.</p>
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