<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Trendroom®</title>
	<atom:link href="http://trendroom.com.br/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://trendroom.com.br</link>
	<description>Produtos de Informação</description>
	<lastBuildDate>Sun, 13 May 2012 02:05:06 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>We are back!</title>
		<link>http://trendroom.com.br/archives/4454</link>
		<comments>http://trendroom.com.br/archives/4454#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Apr 2012 14:12:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Stein</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://trendroom.com.br/?p=4454</guid>
		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter  wp-image-4446" title="WE ARE BACK" src="http://trendroom.com.br/wp-content/uploads/2012/04/WE-ARE-BACK-e1333806740647.jpg" alt="" width="430" height="322" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://trendroom.com.br/archives/4454/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vamos às falhas</title>
		<link>http://trendroom.com.br/archives/4465</link>
		<comments>http://trendroom.com.br/archives/4465#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Apr 2012 13:34:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Stein</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://trendroom.com.br/?p=4465</guid>
		<description><![CDATA[“Somos perfeitos, nunca erramos e por isso você nos ama”. Por muito tempo nunca falhar (ou nunca admitir uma falha) foi a estratégia das empresas.  A “errofobia” dominou o mundo corporativo por décadas.  A regra era simples: nunca falhe, e se falhar, esconda, negue, abafe, desminta. Mas assim como os mecanismos para acobertar as falhas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4398" title="oops" src="http://trendroom.com.br/wp-content/uploads/2012/04/oops.jpg" alt="" width="320" height="213" /></p>
<p style="text-align: center;">“Somos perfeitos, nunca erramos e por isso você nos ama”.</p>
<p>Por muito tempo <em>nunca falhar</em> (ou nunca admitir uma falha) foi a estratégia das empresas.  A “errofobia” dominou o mundo corporativo por décadas.  A regra era simples: nunca falhe, e se falhar, esconda, negue, abafe, desminta. Mas assim como os mecanismos para acobertar as falhas estão se sofisticando, a percepção dos consumidores também está mais elaborada. Muitos deles estão nutrindo uma simpatia especial por marcas que sabem admitir seus erros com honestidade, empatia, generosidade, humor e humanidade. Os consumidores estão adorando ver suas marcas prediletas quebrarem a cara em público &#8211; e não perderem o rebolado. trendwatching.com chamou essa tendência de Flawsome. Em inglês, FLAWSOME combina os termos &#8220;flaw&#8221; e &#8220;awesome&#8221; &#8211; em português, &#8220;defeito&#8221; e &#8220;fantástico&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://trendroom.com.br/archives/4465/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cavalinhos fora do Carrossel</title>
		<link>http://trendroom.com.br/archives/4469</link>
		<comments>http://trendroom.com.br/archives/4469#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Apr 2012 12:57:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Stein</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://trendroom.com.br/?p=4469</guid>
		<description><![CDATA[Ser Flawsome exige saber rir de si mesmo. Philippe Gaulier é um velho palhaço francês &#8211; dono de uma das mais respeitadas escolas de teatro do mundo. Gaulier ensina gestores e CEO’s &#8211; além de atores como Emma Thompson, Helena Bonham Carter e Sacha Baron Cohen &#8211; que, para além de interpretar um personagem, eles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter  wp-image-4470" title="fun pic" src="http://trendroom.com.br/wp-content/uploads/2012/04/fun-pic.jpg" alt="" width="393" height="257" /></p>
<p>Ser Flawsome exige saber rir de si mesmo.</p>
<p>Philippe Gaulier é um velho palhaço francês &#8211; dono de <a href="http://www.ecolephilippegaulier.com/">uma das mais respeitadas escolas de teatro do mundo</a>. Gaulier ensina gestores e CEO’s &#8211; além de atores como Emma Thompson, Helena Bonham Carter e Sacha Baron Cohen &#8211; que, para além de interpretar um personagem, eles devem interpretar a si mesmos. Gaulier usa técnicas teatrais para mostrar aos executivos como abraçar a sua própria humanidade. Para Gaulier, o pior pecado do mundo é “ser chato”.  Segundo ele, um líder chato nunca vai passar de um mero gerente. Ser FLAWSOME é um selo de garantia contra a chatice. Ser FLAWSOME é reaprender a ser humano.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://trendroom.com.br/archives/4469/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Playstorming</title>
		<link>http://trendroom.com.br/archives/4474</link>
		<comments>http://trendroom.com.br/archives/4474#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Apr 2012 10:57:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Stein</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://trendroom.com.br/?p=4474</guid>
		<description><![CDATA[Não quero dizer nada às pessoas e empresas que sempre defenderam performances e atitudes PROFISSIONAIS, &#8220;limpas&#8221; de qualquer traço humano ou emocional. A tendência aponta o outro lado. É cada vez maior a necessidade de desenvolver uma inteligência voltada para a criatividade e baseada em atributos altamente humanos. Esse é o objeto de trabalho da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://playstorming.com.br/"><img class="aligncenter  wp-image-4475" title="Hell" src="http://trendroom.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Hell.jpg" alt="" width="503" height="143" /></a></p>
<p>Não quero dizer nada às pessoas e empresas que sempre defenderam performances e atitudes PROFISSIONAIS, &#8220;limpas&#8221; de qualquer traço humano ou emocional. A tendência aponta o outro lado. É cada vez maior a necessidade de desenvolver uma inteligência voltada para a criatividade e baseada em atributos altamente humanos. Esse é o objeto de trabalho da consultoria <a href="http://www.playstorming.com.br/">Ideas From Hell</a>. A empresa usa a metodologia Playstorming, uma tempestade de jogos que mistura técnicas teatrais e de criatividade para que gestores, designers e profissionais em geral se livrem  do maior pecado do mundo dos negócios hoje em dia: o pecado de ser chato, inflexível e refratário às atitudes verdadeiramente inovadoras. Segundo Giovana de Figueiredo, da Ideas from Hell,  &#8220;nas empresas, as pessoas querem ir ao seu objetivo numa linha absolutamente reta, sem se permitirem improvisos, desvios e inventividade. O que fazemos é trazê-las para o humano, para a coragem e para os riscos que são necessários para a criação. Playstorming é lidar com o erro, com a vulnerabilidade, com os sobressaltos e com o imenso prazer de descobrir sua potência criativa”.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://trendroom.com.br/archives/4474/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ode à vulnerabilidade</title>
		<link>http://trendroom.com.br/archives/4478</link>
		<comments>http://trendroom.com.br/archives/4478#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Apr 2012 09:06:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Stein</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://trendroom.com.br/?p=4478</guid>
		<description><![CDATA[No TEDxHouston em 2010, Brené Brown impressionou a todos, por sua transparência e vulnerabilidade. Conta que no dia seguinte acordou deprimida por ter falado de sua crise pessoal para 500 pessoas. Bem,  o vídeo de sua conferência no TED chegou a 3,2 milhões de acessos. Ela que estava focada em refletir sobre vulnerabilidade e vergonha, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brenebrown.com/speaking"><img class="aligncenter  wp-image-4479" title="Brene" src="http://trendroom.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Brene.jpg" alt="" width="421" height="284" /></a></p>
<p><a href="http://www.ted.com/talks/lang/pt-br/brene_brown_on_vulnerability.html" target="_blank">No TEDxHouston</a> em 2010, Brené Brown impressionou a todos, por sua transparência e vulnerabilidade. Conta que no dia seguinte acordou deprimida por ter falado de sua crise pessoal para 500 pessoas. Bem,  o vídeo de sua conferência no TED chegou a 3,2 milhões de acessos. Ela que estava focada em refletir sobre vulnerabilidade e vergonha, concluiu: “vulnerabilidade é o lugar onde nascem inovação, criatividade e mudanças”. Para ela, vulnerabilidade não é fraqueza. “Esse é um mito muito difundido e perigoso, precisamos aceitar e abraçar o conceito de falha. Não que a falha seja boa, mas porque é parte natural do progresso. Se você está falhando, no mínimo isso quer dizer que está fazendo algo, ao invés de apenas assistir a tudo do lado de fora.”</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://trendroom.com.br/archives/4478/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Eu não faço moda, eu sou moda</title>
		<link>http://trendroom.com.br/archives/4357</link>
		<comments>http://trendroom.com.br/archives/4357#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 17:27:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Stein</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[moda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://trendroom.com.br/?p=4357</guid>
		<description><![CDATA[Poucos assuntos eram tão bacanas e ficaram tão bundões quanto a moda &#8211; na nossa opinião. Até uns dois anos atrás, quando alguns consumidores (poucos,  mas muito influentes) começaram a intervir no sistema da moda de forma mais radical. Quantos de vocês tem algum amigo que se auto impôs algum tipo de dieta, de regime, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-4373   aligncenter" title="Apresentação1" src="http://trendroom.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Apresentação13.jpg" alt="" width="435" height="328" /></p>
<p style="text-align: left;"><br class="spacer_" />Poucos assuntos eram tão bacanas e ficaram tão bundões quanto a moda &#8211;  na nossa opinião. Até uns dois anos atrás, quando alguns consumidores  (poucos,  mas muito influentes) começaram a intervir no sistema da moda  de forma mais radical. Quantos de vocês tem algum amigo que se auto  impôs algum tipo de dieta, de regime, de regulagem em relação à moda?  Ficar três meses sem comprar nada? Passar meio ano sem entrar numa loja?  Certamente vocês já ouviram sobre projetos pessoais de uma estudante se  propôs usar o mesmo vestido por um ano ou um grupo de mulheres escolheu  seis peças de roupa para viver um ano com elas. Em São Paulo uma  publicitária entrou num processo de desintoxicação da Zara, e prometeu a  si mesma e ao seu blog de não comprar nada na loja por um ano. Qual é o  efeito que isso tem sobre o consumidor e sobre o sistema da moda? <br />
 O entrevistado de um desses projetos afirmou que participar do movimento de redução da moda estava fazendo com que &#8220;abrisse mais banda  larga na cabeça dele&#8221; &#8211; ele podia pensar em outras coisas e não &#8220;o que  vestir&#8221;.  Para esse consumidor a iluminação aconteceu no período de 3  semanas de desintoxicação. Ele foi entrevistado e exclamou <strong>“Eu não faço moda. Eu sou moda”. </strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://trendroom.com.br/archives/4357/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Exclusivo</title>
		<link>http://trendroom.com.br/archives/4363</link>
		<comments>http://trendroom.com.br/archives/4363#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 17:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Stein</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[moda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://trendroom.com.br/?p=4363</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Eu não faço moda, eu sou moda&#8221; é uma frase de Coco Chanel e tem muitas interpretações. É sobretudo uma manifestação de independência e autonomia. A abundância de escolhas que os consumidores tem hoje, seja de informação, de roupas, de produtos tecnológicos, de conexão criou uma expectativa de controle. Cada vez mais, os consumidores querem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-4367 aligncenter" title="Valor" src="http://trendroom.com.br/wp-content/uploads/2012/02/Valor1.jpg" alt="" width="451" height="338" /></p>
<p style="text-align: left;">&#8220;Eu não faço moda, eu sou moda&#8221; é uma frase de Coco Chanel e tem muitas interpretações. É sobretudo uma manifestação de independência e  autonomia. A abundância de escolhas que os consumidores tem hoje, seja de informação, de roupas, de produtos tecnológicos, de  conexão criou uma expectativa de controle. Cada vez mais, os consumidores querem se apropriar e  moldar o que está  ao seu redor – seja a moda ou seus  projetos de vida. Esse é um processo  sem volta. O processo de reapropriação do consumidor em relação ao seu corpo não tem retorno  (vide o segmento de Saúde/bem-estar emergindo como um potente driver a mobilizar o mercado). <strong>Para essa parcela pequena e muito influente de consumidores não tem nada que eles &#8220;precisem&#8221; comprar para se sentirem &#8220;atuais&#8221;. Não está nas roupas.<br />
</strong></p>
<p style="text-align: left;">Novos consumidores ainda se impressionarão em relação ao novos lançamentos da moda. Possivelmente, novos consumidores ricos que pagam pela alta costura ou por modelos únicos sempre existirão. O desejo de unicidade é um driver humano, não apenas um driver de consumo. No entanto, as pessoas estão encontrando novas maneiras de serem únicas: desenvolvendo talentos, criando aventuras, escolhendo atitudes, cultivando saberes, por exemplo. Muitos consumidores desejam produtos e serviços exclusivos. Outros estão mais interessados em serem exclusivos eles mesmos pela forma de viver &#8211; independente dos acessórios que carregam.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://trendroom.com.br/archives/4363/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O conhecimento quer ser livre</title>
		<link>http://trendroom.com.br/archives/4349</link>
		<comments>http://trendroom.com.br/archives/4349#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 11:32:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Regina Gauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://trendroom.com.br/?p=4349</guid>
		<description><![CDATA[A Khan Academy e as aulas abertas do MIT que se cuidem, porque o conhecimento REALMENTE quer ser livre, compartilhado e desenvolvido de novas formas, inspirando novos processos de aprendizado. É isso que propõe a Nós.vc, plataforma de crowdlearning na qual todos podem ser ao mesmo tempo mestres e alunos, quebrando as barreiras formais da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="444" height="250" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=27359974&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="444" height="250" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=27359974&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
</p>
<p style="text-align: left;">A <a href="http://www.khanacademy.org/">Khan Academy</a> e as aulas abertas do <a href="http://ocw.mit.edu/index.htm">MIT</a> que se cuidem, porque o conhecimento REALMENTE quer ser livre, compartilhado e  desenvolvido de novas formas, inspirando novos processos de  aprendizado. É isso que propõe a <a href="http://nos.vc/beta/">Nós.vc</a>, plataforma de crowdlearning na  qual todos podem ser ao mesmo tempo mestres e alunos, quebrando as  barreiras formais da educação. Mostre o que você sabe e pode ensinar, e  de quebra aproveite para aprender coisas novas nesse grande grupo que  acredita na força do conhecimento coletivo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://trendroom.com.br/archives/4349/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Produtos desafiadores</title>
		<link>http://trendroom.com.br/archives/4335</link>
		<comments>http://trendroom.com.br/archives/4335#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 13:57:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Stein</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[WTF]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://trendroom.com.br/?p=4335</guid>
		<description><![CDATA[Brew Dog, o cachorro do cervejeiro está entre nós. A maior cervejaria artesanal independente da Escócia lançou o primeiro bar com bandeira própria em 2010, fez sucesso e inaugura em São Paulo sua primeira operação fora do país de origem &#8211; veja  a matéria de Angela Klinke no Valor.  Brew Dog se apresenta como a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="444" height="250" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=34133177&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="444" height="250" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=34133177&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.brewdog.com/">Brew Dog</a>, o cachorro do cervejeiro está entre nós. A maior cervejaria artesanal independente da Escócia lançou o primeiro  bar com bandeira própria em 2010, fez sucesso e inaugura em São Paulo sua primeira operação fora do país de origem &#8211; veja  a matéria de <a href="http://www.valor.com.br/cultura/2506992/cervejeiro-punk-e-contra-pielsen-generica">Angela Klinke no Valor</a>.  Brew Dog se apresenta como a cerveja punk pelo sabor ousado que oferece. Você já viu uma história parecida: dois caras de 25 anos pegam um empréstimo de 30 mil libras para fazer um produto de nicho e se tornam um SUCESSO GLOBAL. Como os nichos são globais, esses consumidores do mundo todo (de saco cheio da cerveja do postinho de conveniência) responderam bem e se tornaram soldados na luta contra a padronização do paladar. Brew Dog afirma conter 25 vezes mais lúpulo do que as cervejas de mercado. Veja a campanha acima. Análise? <a href="http://trendroom.com.br/archives/4317">Maturialismo puro</a>, tendência que a<a href="http://trendwatching.com/"> trendwatching.com</a> apontou já em 2010: o desejo por experiências de consumo mais picantes move empreendedores e consumidores a produzir mercadorias mais &#8220;fuertes&#8221; ousadas, desafiadoras. Veja o exemplo brasileiro da marca Cuelcinha abaixo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://trendroom.com.br/archives/4335/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Experiências mais ousadas</title>
		<link>http://trendroom.com.br/archives/4322</link>
		<comments>http://trendroom.com.br/archives/4322#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 13:03:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Stein</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[WTF]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://trendroom.com.br/?p=4322</guid>
		<description><![CDATA[Abaixo tratamos a respeito da marca de lingerie Cuelcinha. Produtos são criados dentro de contextos &#8211; esses contextos também são chamados de tendências de consumo. Em 2010, a empresa de pesquisa a trendwatching identificou o seguinte cenário que contextualiza a criação de produtos como a Cuelcinha, ou a Brew Dog (post acima). Maturialismo: “Totalmente expostos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cuelcinha.com.br/produto.php?id=10"><img class="size-full wp-image-4323 aligncenter" title="cuelcinha dois" src="http://trendroom.com.br/wp-content/uploads/2012/02/cuelcinha-dois.jpg" alt="" width="463" height="291" /></a></p>
<p><a href="http://trendroom.com.br/archives/4317">Abaixo</a> tratamos a respeito da marca de lingerie <a href="http://www.cuelcinha.com.br/">Cuelcinha</a>. Produtos são criados dentro de contextos &#8211; esses contextos também são chamados de tendências de consumo. Em 2010, a empresa de pesquisa a <a href="http://trendwatching.com/">trendwatching</a> identificou o seguinte cenário que contextualiza a criação de produtos como a Cuelcinha, ou a Brew Dog (post acima). <a href="http://trendwatching.com/pt/trends/12trends2012/?emergingmaturialism">Maturialismo:</a> <em>“Totalmente expostos a um mundo sem censura, cheio de opiniões e cru  (isso quando não participam diretamente dele, principalmente na esfera  online!), consumidores com experiência já não toleram ser tratados como o  público de antigamente, que se chocava com facilidade, não tinha  experiência e sempre ficava em cima do muro. Capazes de conduzir  conversas muito mais honestas, aceitar inovações mais ousadas, sabores  mais fora do comum e experiências mais arriscadas, esses consumidores  cada vez mais apreciam marcas que extrapolam os limites.” </em></p>
<p>Isto se aplicava principalmente a consumidores em sociedades de consumo  maduras, mas, em 2012, vamos ver cada vez mais manifestações de  <a href="http://trendwatching.com/pt/trends/12trends2012/?emergingmaturialism">MATURIALISM</a> em mercados emergentes também.</p>
<p>Por quê? Apesar de todas as diversas diferenças culturais que podem  existir, a classe consumidora global é parecida, de modo notável, em  relação a suas necessidades e desejos, isso sem mencionar que também é <a href="http://trendwatching.com/pt/trends/citysumers/"><strong>mais urbana</strong></a> (leia-se: mais conectada, mais espontânea e mais propensa a  experimentar). Então, se você é uma marca chinesa ou indiana ou turca,  ou se é uma marca ocidental que vende para mercados emergentes, 2012 é o  ano em que você pode fazer as coisas avançarem um pouco mais.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://trendroom.com.br/archives/4322/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

