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	<title>Comentários sobre Trendroom®</title>
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	<description>Produtos de Informação</description>
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		<title>Comentário sobre Este não é apenas um post de Natal por Iliana Grinstein</title>
		<link>http://trendroom.com.br/archives/2552/comment-page-1#comment-591</link>
		<dc:creator>Iliana Grinstein</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Dec 2010 20:36:54 +0000</pubDate>
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		<description>as pessoas sempre quiseram fazer a diferença ... agora são as empresas q querem se identificar com esse nicho até q esteja saturado e uma nova onda entre ... a questão é responsabilidade dos atos empresariais, tudo q vai, volta</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>as pessoas sempre quiseram fazer a diferença &#8230; agora são as empresas q querem se identificar com esse nicho até q esteja saturado e uma nova onda entre &#8230; a questão é responsabilidade dos atos empresariais, tudo q vai, volta</p>
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		<title>Comentário sobre Tempo de Yakult por Roberta</title>
		<link>http://trendroom.com.br/archives/2453/comment-page-1#comment-590</link>
		<dc:creator>Roberta</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Nov 2010 19:45:00 +0000</pubDate>
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		<description>Luciana acompanho o Trendroom e seus twittes e gostei muito dessa última tendência. A volta para o campo, podemos dizer assim, é um comportamento que já reparei no meu dia-a-dia. Eu mesmo tenho esse comportamento, tenho voltade de ir para o interior, ir para a mata e me refazer. Acho que inicialmente pode-se entender esse movimento como sendo um movimento reacionário de uma época que a humanidade já vivia há tempos, a época da indústria e da máquina. Como sempre na história da vida, a época posterior tenta consertar os erros da anterior. Me dá a sensação de ser um comportamento natural do Homem, mas ao mesmo tempo vejo que não é uma coisa simples desse modo. Acho que essa tendência que está estudando dá muito muito espaço para refletirmos sobre, e muito mais o que falar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Luciana acompanho o Trendroom e seus twittes e gostei muito dessa última tendência. A volta para o campo, podemos dizer assim, é um comportamento que já reparei no meu dia-a-dia. Eu mesmo tenho esse comportamento, tenho voltade de ir para o interior, ir para a mata e me refazer. Acho que inicialmente pode-se entender esse movimento como sendo um movimento reacionário de uma época que a humanidade já vivia há tempos, a época da indústria e da máquina. Como sempre na história da vida, a época posterior tenta consertar os erros da anterior. Me dá a sensação de ser um comportamento natural do Homem, mas ao mesmo tempo vejo que não é uma coisa simples desse modo. Acho que essa tendência que está estudando dá muito muito espaço para refletirmos sobre, e muito mais o que falar.</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Design híbrido por Ana Balbinot</title>
		<link>http://trendroom.com.br/archives/2447/comment-page-1#comment-589</link>
		<dc:creator>Ana Balbinot</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Nov 2010 14:07:59 +0000</pubDate>
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		<description>Sensacional!!! Hoje mesmo assisti a entrevista de Patrick Blanc na GNT e estava pensando exatamente neste assunto do &quot;retorno&quot;à natureza. Parabéns pela postagem!
Beijos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sensacional!!! Hoje mesmo assisti a entrevista de Patrick Blanc na GNT e estava pensando exatamente neste assunto do &#8220;retorno&#8221;à natureza. Parabéns pela postagem!<br />
Beijos</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Voraz e esvaziada? por Fernanda Prestes</title>
		<link>http://trendroom.com.br/archives/1802/comment-page-1#comment-573</link>
		<dc:creator>Fernanda Prestes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 02:05:04 +0000</pubDate>
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		<description>Realmente, a moda não tem mais o caráter libertário e revolucionário que já teve, mas acho que analisar como as pessoas reinterpretam as tendências, ajuda a entender os seus desejos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente, a moda não tem mais o caráter libertário e revolucionário que já teve, mas acho que analisar como as pessoas reinterpretam as tendências, ajuda a entender os seus desejos.</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Para não dizer que não falei de flores por oswaldo pepe</title>
		<link>http://trendroom.com.br/archives/1794/comment-page-1#comment-570</link>
		<dc:creator>oswaldo pepe</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 15:03:58 +0000</pubDate>
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		<description>A moda não muda, é sempre mais do mesmo. Não há inovação, o que pode haver é apenas recombinação. O que muda - e isso é fun-da-men-tal são os pigmentos. A inovação hoje são as cores e tonalidades. Além de fios e tramas cada vez mais inventivas. A moda é a expressão mais acabada da atualidade: relativismo cultural, tribalismo galopante, nada é tudo e tudo é nada. É um momento de decadência &amp; amp - renascimento. A única expressão cultural que tem sido capaz de expressar este momento é a moda, nem a musica deu conta. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A moda não muda, é sempre mais do mesmo. Não há inovação, o que pode haver é apenas recombinação. O que muda &#8211; e isso é fun-da-men-tal são os pigmentos. A inovação hoje são as cores e tonalidades. Além de fios e tramas cada vez mais inventivas. A moda é a expressão mais acabada da atualidade: relativismo cultural, tribalismo galopante, nada é tudo e tudo é nada. É um momento de decadência &#038; amp &#8211; renascimento. A única expressão cultural que tem sido capaz de expressar este momento é a moda, nem a musica deu conta.</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Para não dizer que não falei de flores por SARAH JACOB</title>
		<link>http://trendroom.com.br/archives/1794/comment-page-1#comment-569</link>
		<dc:creator>SARAH JACOB</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 02:12:19 +0000</pubDate>
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		<description>POR SER ARTISTA PL&#039;ASTICA VIVO NO MUNDO DAS INTERFERENCIAS.
POR SER JORNALISTA, SOU COMPROMISSADA COM FATOS.
COMO MULHER ENCONTREI UM SITE DE BOM SENSO, VERDADEIRO, ANIMADOR, ELUCIDATIVO, REALISTA COM TERNURA.
TEXTO FORTE TEMPERADO COM MEIGUICE.
AMEIIIIIIIIIIIII
CONCORDO 100% COM O QUE ESTA&#039; ESCRITO.
PARABENS.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>POR SER ARTISTA PL&#8217;ASTICA VIVO NO MUNDO DAS INTERFERENCIAS.<br />
POR SER JORNALISTA, SOU COMPROMISSADA COM FATOS.<br />
COMO MULHER ENCONTREI UM SITE DE BOM SENSO, VERDADEIRO, ANIMADOR, ELUCIDATIVO, REALISTA COM TERNURA.<br />
TEXTO FORTE TEMPERADO COM MEIGUICE.<br />
AMEIIIIIIIIIIIII<br />
CONCORDO 100% COM O QUE ESTA&#8217; ESCRITO.<br />
PARABENS.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Para não dizer que não falei de flores por Renata Rubim</title>
		<link>http://trendroom.com.br/archives/1794/comment-page-1#comment-568</link>
		<dc:creator>Renata Rubim</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 18:55:36 +0000</pubDate>
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		<description>Excelentes posts, Luciana!
A moda está mesmo muito carente de uma radical transformação. Em todos os sentidos. 
Uma consultora de moda me disse há 2 dias que não há nenhuma sustentabilidade no fazer e no pensar moda. É tudo discurso. Discurso antigo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelentes posts, Luciana!<br />
A moda está mesmo muito carente de uma radical transformação. Em todos os sentidos.<br />
Uma consultora de moda me disse há 2 dias que não há nenhuma sustentabilidade no fazer e no pensar moda. É tudo discurso. Discurso antigo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Polindo a ferramenta por Ana Loewen</title>
		<link>http://trendroom.com.br/archives/1525/comment-page-1#comment-215</link>
		<dc:creator>Ana Loewen</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 17:23:16 +0000</pubDate>
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		<description>Ótima essa matéria!
É uma realidae, as pessoas não sabem mais conversar, é cada vez mais raro encontrar alguém disposto a falar sobre algo com um pouco mais de profundidade!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ótima essa matéria!<br />
É uma realidae, as pessoas não sabem mais conversar, é cada vez mais raro encontrar alguém disposto a falar sobre algo com um pouco mais de profundidade!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Conversações querem ser livres por Luiz Algarra</title>
		<link>http://trendroom.com.br/archives/1527/comment-page-1#comment-211</link>
		<dc:creator>Luiz Algarra</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 04:43:46 +0000</pubDate>
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		<description>O mais interessante em nossa relação com Luciana Stein é que até agora tudo aconteceu a partir de conversações. Absolutamente curiosa, e com coragem de investigar qualquer indício de boa novidade, Luciana nos contatou a alguns meses para um café. Começamos conversando no Facebook, seguimos tentando uma agenda entrecortada pelas férias de verão e terminamos por nos conhecer em um encontro da Results On. Luciana queria saber mais. Na verdade acho que ela ainda quer saber mais. Essa é uma dinâmica que ela conserva em seu viver nestes dias de hoje.
Tivemos mais algumas conversas, ela esteve conosco em um encontro com Ignacio Muñoz na Papagallis, nos encontramos no The Hub, eu lhe pedi um conselho, conversamos um bocado e ela enviou uma mensagem pelo Facebook sobre um texto que estaria produzindo. O resultado vocês podem conferir aqui, no site da Trendroom. Luciana mergulhou no tema das conversações e trouxe uma porção de informações que nem nós da Papagallis, supostos especialistas, conhecíamos! Ficamos super contentes, claro. Seres humanos  se ficam felizes quando se sentem vistos e ouvidos, e isto não é banal. Somos vistos e ouvidos por aqueles que nos cuidaram, pais, tios, avós e cuidadores afetivos. Estabelecemos coordenações recíproca quando alguém segue nos vendo, recursivamente, dia a dia, e estabelecemos uma dinâmica de conservação de nosso bem estar nestas coordenações de coordenações no fluir de nosso viver. Nos acompanhamos em uma história de troca de sinais, símbolos e significados que se modelam de acordo com nossa frequência de convivência. Andamos juntos, comemos juntos, amamos uns aos outros, nos exigimos e nos afastamos, para depois nos encontrarmos de novo, e de novo, mais uma vez. Alguém duvida que esta é nossa história, nossa trajetória epigenética de co-operação, co-inspiração? Isto é conversar, este é o &quot;dar voltas juntos&quot; que os humanos fazem a tantos milhões de anos e que nos trouxeram até este momento. Como eu disse, citando nosso amigo Ignacio Muñoz, falar não é conversar, e reflexão é ação! Bacan, hein? Foi bom conversar com você, Luciana. Obrigado pela escuta atenta. bjs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O mais interessante em nossa relação com Luciana Stein é que até agora tudo aconteceu a partir de conversações. Absolutamente curiosa, e com coragem de investigar qualquer indício de boa novidade, Luciana nos contatou a alguns meses para um café. Começamos conversando no Facebook, seguimos tentando uma agenda entrecortada pelas férias de verão e terminamos por nos conhecer em um encontro da Results On. Luciana queria saber mais. Na verdade acho que ela ainda quer saber mais. Essa é uma dinâmica que ela conserva em seu viver nestes dias de hoje.<br />
Tivemos mais algumas conversas, ela esteve conosco em um encontro com Ignacio Muñoz na Papagallis, nos encontramos no The Hub, eu lhe pedi um conselho, conversamos um bocado e ela enviou uma mensagem pelo Facebook sobre um texto que estaria produzindo. O resultado vocês podem conferir aqui, no site da Trendroom. Luciana mergulhou no tema das conversações e trouxe uma porção de informações que nem nós da Papagallis, supostos especialistas, conhecíamos! Ficamos super contentes, claro. Seres humanos  se ficam felizes quando se sentem vistos e ouvidos, e isto não é banal. Somos vistos e ouvidos por aqueles que nos cuidaram, pais, tios, avós e cuidadores afetivos. Estabelecemos coordenações recíproca quando alguém segue nos vendo, recursivamente, dia a dia, e estabelecemos uma dinâmica de conservação de nosso bem estar nestas coordenações de coordenações no fluir de nosso viver. Nos acompanhamos em uma história de troca de sinais, símbolos e significados que se modelam de acordo com nossa frequência de convivência. Andamos juntos, comemos juntos, amamos uns aos outros, nos exigimos e nos afastamos, para depois nos encontrarmos de novo, e de novo, mais uma vez. Alguém duvida que esta é nossa história, nossa trajetória epigenética de co-operação, co-inspiração? Isto é conversar, este é o &#8220;dar voltas juntos&#8221; que os humanos fazem a tantos milhões de anos e que nos trouxeram até este momento. Como eu disse, citando nosso amigo Ignacio Muñoz, falar não é conversar, e reflexão é ação! Bacan, hein? Foi bom conversar com você, Luciana. Obrigado pela escuta atenta. bjs</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre A Era da Conversação por Luísa Alves</title>
		<link>http://trendroom.com.br/archives/1522/comment-page-1#comment-209</link>
		<dc:creator>Luísa Alves</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 02:29:37 +0000</pubDate>
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		<description>Nossa, continue nutrindo as pessoas com seus excleentes posts. É muito bom descobrir essas coisas por aqui. Ao menos existe gente que já percebeu o quanto fazem falta as conversas e as interações &quot;corpo a corpo&quot; como os políticos faziam em época de campanha...
Sou sempre a favor delas. Eu uso as redes socais pra dividir conhecimento. o que gosto mesmo é de um bom papo de de aprender com as pessoas. Todos têm a ensinar. Bom trabalho o seu! :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nossa, continue nutrindo as pessoas com seus excleentes posts. É muito bom descobrir essas coisas por aqui. Ao menos existe gente que já percebeu o quanto fazem falta as conversas e as interações &#8220;corpo a corpo&#8221; como os políticos faziam em época de campanha&#8230;<br />
Sou sempre a favor delas. Eu uso as redes socais pra dividir conhecimento. o que gosto mesmo é de um bom papo de de aprender com as pessoas. Todos têm a ensinar. Bom trabalho o seu! <img src='http://trendroom.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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