Este não é apenas um post de Natal
“Há uma onda de responsabilidade individual: as pessoas querem fazer a diferença”, disse Larry Light, Ceo da Arcature, consultoria de marca.
Sim, Larry e, por favor, não transforme isso em apenas um slogan de Natal.
Veja, o “Cause Marketing”, o marketing relacionado às causas sociais, costumava ser ação dos samaritanos. Mais tarde, tornou-se ação das empresas que desejam se mostrar “educadas e gentis”. Hoje em dia, ” Cause Marketing” se tornou o “Novo Normal”, uma realidade emergente mas que rapidamente toma conta do mercado de maneira massiva e já é integrada à empresas. A nova edição do estudo Good Purpose, relevado pela Edelman recentemente, prova isso. Na pesquisa feita com os consumidores americanos 87% dos entrevistados respondeu que “as empresas precisam, no mínimo, colocar igual peso no endereçamento de interesses próprios e os interesses sociais”. E não somente assinando o cheque para a caridade. Para os entrevistados que não basta dar dinheiro. Eles esperam que as empresas integrem a prática de boas causas no seu cotidiano empresarial. Pagar é fácil, dedicar estratégia (tempo) ao tema que é difícil.
O que isso significa no universo das marcas?
Isso significa que as empresas terão de revisar seu DNA para aderir as causas que estiverem mais de acordo com a sua identidade. Ou seja, só vale se tiver sentido. Cause Marketing não admite “fundo falso”. Um passo propõe uma uma mudança na natureza das empresas. Consumidores conscientes desejam que as empresas sejam a própria causa, isto é, sejam construídas a partir de uma razão de impacto social – em vez de apenas selecionar uma causa para “ajudar” como se fosse uma campanha.
E tem mais. O portal ComAtitude, mostrou como o Brasil está posicionado nesse ranking global. Os brasileiros se revelam conscientes, atuantes e atentos às causas defendidas pelas marcas, sendo um dos que mais se engajam em todo o mundo.
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